Galaxy S26 Ultra poderá ter Snapdragon exclusivo em todos os mercados
Documentos de certificação indicam que o Galaxy S26 Ultra terá o Snapdragon 8 Elite Gen 5 globalmente, sem variante Exynos. Uma viragem para a Samsung.
A Samsung prepara-se para lançar a sua próxima linha de smartphones topo de gama, a série Galaxy S26, e os rumores já começam a surgir com força. A mais recente revelação, que promete dar que falar entre os entusiastas da tecnologia, indica que o modelo mais premium, o Galaxy S26 Ultra, poderá vir equipado exclusivamente com um processador Snapdragon, independentemente do mercado.
Esta informação surge de documentos de certificação regulamentares, que sugerem uma mudança significativa na estratégia da gigante sul-coreana. Se confirmada, esta seria uma notícia bem-vinda para muitos utilizadores em Portugal e na Europa, que historicamente viram os modelos Ultra equipados com processadores Exynos, enquanto outras regiões, como os EUA e a China, recebiam as variantes Snapdragon.
Fim da dualidade para o modelo Ultra?
De acordo com as listagens, que surgiram inicialmente da entidade reguladora FCC nos Estados Unidos, o Galaxy S26 Ultra será alimentado pelo que se designa como o Snapdragon 8 Elite Gen 5. A implicação mais relevante é a ausência de uma variante com chipset Exynos para este modelo em particular. Tal medida representaria, de facto, o fim de uma era de especulações e comparações entre as duas versões do topo de gama da Samsung.
Contudo, ao que parece, esta exclusividade do Snapdragon poderá não se estender aos modelos standard e Plus da linha Galaxy S26. Os mesmos documentos sugerem que estes continuarão a ter a habitual dualidade, sendo disponibilizados com variantes Exynos ou Snapdragon, dependendo do mercado onde serão comercializados. Esta é uma estratégia que a Samsung tem adotado há anos e que tem sido alvo de debate entre os utilizadores, dada a perceção de diferenças de performance entre os dois processadores.
As implicações do Snapdragon exclusivo
Caso o Galaxy S26 Ultra chegue a todos os mercados apenas com o chipset Snapdragon de topo de gama, as implicações são bastante positivas para os consumidores europeus. Significa que, pela primeira vez em muito tempo, todos os utilizadores do modelo Ultra terão acesso à mesma experiência de desempenho de topo, com otimizações de bateria consistentes, capacidade de processamento gráfico idêntica para jogos exigentes e a mesma eficiência energética.
Para a Samsung, esta decisão pode simplificar a produção e o desenvolvimento de software, permitindo uma experiência mais unificada e potencialmente de maior qualidade em todos os mercados. Muitos esperam que isto se traduza numa performance mais estável e consistente, um aspeto crucial para um smartphone que ambiciona ser o melhor do ano.
O futuro dos chipsets Exynos
Embora o modelo Ultra possa estar a focar-se exclusivamente no Snapdragon, isso não significa o fim da linha para os chipsets Exynos da Samsung. A empresa tem investido fortemente no desenvolvimento dos seus próprios processadores e é provável que os vejamos a equipar os modelos Galaxy S26 e S26 Plus em algumas regiões, bem como dispositivos de gama média. O foco poderá estar em refinar os Exynos para estas categorias, garantindo que continuam a ser uma opção competitiva no mercado.
Em suma, a possibilidade de o Samsung Galaxy S26 Ultra apostar num único chipset Snapdragon a nível global marca um potencial ponto de viragem para a estratégia de topo de gama da Samsung. Será interessante acompanhar os próximos desenvolvimentos e verificar se esta abordagem se traduzirá numa experiência de utilização ainda mais premium para todos os consumidores, especialmente para o público português.
